Aspectos Sociais e Profissionais

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Exemplos de casos reais

Pirataria: Tipos de fraudes existentes na internet.

E-mail falso diz que internauta receberá herança de milionário.
da Folha Online

Um e-mail fraudulento circula pela web como se tivesse sido mandado por advogados de Sir Denis Thatcher, falecido marido da ex-primeira ministra da Inglaterra Margaret Thatcher. Ao receber a mensagem, o internauta “descobre” ser beneficiário do testamento do milionário falecido em junho de 2003. Por isso, teria direito a embolsar cerca de US$ 5 milhões como compensação por “trabalhos prestados aos menos favorecidos”. Para receber a quantia, o internauta deve fornecer informações pessoais, como número de documentos de identificação, endereço, telefone e fax, de acordo com os requisitos da legislação do governo Britânico.

Ao digitar os dados, o usuário repassa as informações diretamente para piratas virtuais, que as utilizarão para fazer transferências bancárias. Esse golpe é conhecido como phishing scam.

“Os golpistas induzem os internautas a divulgar suas informações confidenciais com a promessa de conseguir grandes quantias em dinheiro”, afirma Graham Cluley, consultor de tecnologia da empresa britânica de segurança Sophos.

“A utilização do nome de Sir Denis Thatcher é um truque sujo, criado para lesar os usuários que caírem no golpe”.

 

Pirataria: Internet com falta de segurança para transações financeiras.  

Empresas perdem US$ 2,6 bilhões com fraudes na internet

da Folha Online

As fraudes virtuais fizeram com que comerciantes perdessem, em 2004, US$ 2,6 bilhões. O montante representa 1,8% do total das vendas e, além de pagamentos fraudulentos, está relacionado ao medo que os internautas têm de realizar transacções on-line.Em 2000, as perdas foram de US$ 1,5 bilhão, em 2001 chegaram a US$ 1,7 bilhão e, em 2002, US$ 2,1 bilhões. Em 2003, houve uma melhora no cenário, e as perdas caíram para US$ 1,9 bilhão.

De acordo com a empresa eMarketer, as fraudes fazem com que a confiança dos consumidores em transacções virtuais diminua. Uma pesquisa da companhia, intitulada “Privacy and Security”, mede o impacto que o crime tem no comportamento dos internautas em relação às compras on-line.

Uma das soluções para fazer com que os internautas gastem mais seria a implementação de soluções que tornem o sistema daquela companhia confiável. Isso porque, diz o documento, os consumidores prestam cada vez mais atenção na identidade das empresas, seleccionando marcas que lhe passem segurança.“Hoje, ninguém discute a existência e força das fraudes virtuais”, afirma Noah Elkin, analista do eMarketer. “A internet seja via e-mail ou sites tornou-se um meio comum para ações criminosas”, continua.

Segundo o especialista, os negócios na Internet e os bilhões que eles movimentam em todo o mundo estão em risco até que os internautas sintam-se seguros para comprar na web. “O ambiente virtual está em desenvolvimento. Há uma década, os piratas eram como heróis, que queriam mostrar algo às corporações. Hoje eles estão mais próximos do crime organizado, explorando vulnerabilidades para obter benefícios financeiros”, diz Elking.

 

Erros Notórios: Entrega de um produto sem estar totalmente seguro.

Brechas no navegador Firefox facilitam golpes na internet
da Folha Online

Falhas no navegador Firefox que teve 27 milhões de downloads feitos desde novembro tornam a ferramenta vulnerável a ataques de piratas virtuais. Os problemas, informou ontem a Mozilla Foundation, foram consertados na última actualização do Firefox.Uma das brechas está ligada ao IDN (domínio internacional de nomes, na sigla em inglês).

Esse padrão permite a criação de websites de uma mesma empresa em diferentes línguas e países, por exemplo. Assim, pessoas mal-intencionadas poderiam criar sites falsos, onde seria possível realizar golpes virtuais –também conhecidos como phishing scam. A página maliciosa, afirma o site “Cnet”, seria bastante parecida com a original e o endereço virtual das duas seria o mesmo.

A “base” da fraude está no fato de os piratas conseguirem manipular recursos do navegador, encaminhando as vítimas para as páginas falsas. Nesses endereços, eles poderiam roubar informações para tirar proveito financeiro dos internautas, por exemplo.

Outra brecha permitem que usuários mal-intencionados alterem o conteúdo de uma página virtual.“Atualizações freqüentes de segurança são essenciais para dar ao usuário uma experiência segura de navegação”, afirmou ao site Chris Hofmann, diretor de engenharia da Mozilla Foundation.O executivo aconselhou todos os usuários dos sitemas operacionais Windows, Mac OS X e Linux a fazerem a atualização.

 

Ética: Fornecimento de informormação confidêncial dos usuários.

Empresas de internet recebem críticas por cumplicidade com governo chinês
da Ansa, em Pequim

O grupo humanitário Human’s Right Watch (HRW) acusou, em um documento publicado por seu escritório de Hong Kong, as grandes companhias de Internet ocidentais de “cumplicidade” com o governo chinês na imposição de limitações à liberdade de expressão.

A HRW recorda que nos últimos meses foram divulgados uma série de casos nos quais o portal norte-americano Yahoo! ajudou a polícia chinesa a identificar alguns dissidentes que haviam divulgado na rede relatos críticos contra o governo de Pequim.Em um dos casos, envolvendo o jornalista Shi Tao, a denúncia do Yahoo! provocou a condenação de dez anos de prisão ao profissional. No documento, a HRW afirma ainda que a Skype, site que permite fazer chamadas telefônicas pela internet a baixos custos, aceitou colocar no programa utilizado por internautas chineses “palavras-chave” que bloqueiam as conversas sobre assuntos considerados “sensíveis”.

Sobre o Google, também citado no documento da instituição, a HRW afirma que negou, a pedido do governo chinês, abrigar blogs considerados opositores.“Pensamos que as grandes empresas de internet poderiam agir com mais ética e ficar igualmente presentes na China. Devem decidir se nesse momento da história querem ser parte do problema ou parte da solução”, declarou Rebecca MacKinnon, especialista em assuntos relacionados à China e consultora da Human’s Right Watch.

Amizade Virtual: Possível ou não.

Estudo equipara comunidades online a ambientes reais

Segunda, 4 de dezembro de 2006, 08h16

Um estudo conduzido pela USC-Annenberg School Centre for the Digital Future, da americana University of Southern California, descobriu que quase metade dos americanos que frequentam comunidades virtuais acredita que estas são tão importantes quanto o mundo real.

De acordo com o site The Register, o estudo revelou que 43% dos usuários entrevistados que integram comunidades online dão a elas tanta importância quanto dão à comunidade real da qual fazem parte.

Outro dado interessante é que mais de 50% dos membros se conectam às suas comunidades ao menos uma vez ao dia e definem tais grupos online como lugares onde se trocam pensamentos e idéias ou se trabalha em projetos comuns através de meios eletrônicos de comunicação, como é o caso do email, mensagem instantânea e fóruns.

Segundo o site Ars Technica, a pesquisa, feita em 2 mil lares nos Estados Unidos, apontou que as comunidades online também têm o poder de acelerar actividades sociais, com cerca de 2/3 dos usuários que participam em causas sociais nas quais se envolveram pela primeira vez através da internet, e 43,7% dos usuários engajados em movimentos activistas desde que começaram a interagir virtualmente.

Para Jeffrey I. Cole, diretor do centro, o mundo já sabia que a Internet iria florescer como fenómeno pessoal e social, e agora está presenciando esta transformação. “A Internet tem sido fonte de entretenimento, informação e comunicação desde que a web se tornou disponível para o público americano, em 1994. No entanto, agora estamos começando a mensurar o crescimento real e a descobrir novas direcções para a internet como uma ferramenta abrangente que os americanos estão usando para tocar o mundo”, declarou.

Hoje, mais de 3/4 dos americanos maiores de 12 anos estão online, com 68% deles acessando a Internet de casa, um total 46,9% maior que em 2000. O número de usuários de banda larga nos Estados Unidos também cresceu, dominando actualmente 50% das conexões americanas, o que às vezes é visto com preocupação por alguns pais, que acreditam que os filhos acabam passando tempo demais online.

No entanto, quase 70% dos pais disseram que suas crianças dedicam o tempo certo à Internet. O número de blogs também se multiplicou nos últimos três anos. Em 2003, 3,2% dos usuários americanos de Internet mantinham blogs, número que saltou para 7,4% em 2006. O número de americanos que mantêm seu próprio site também está bem representado: 12,5%.

 

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